sábado, 28 de janeiro de 2012

Noite Robusta

Tocava seus seios
Aprofundando meus dedos
A maneira que sentisse
Toda sua grandeza e beleza

Puxava e esticava com meus dentes
Seus grandes lábios
Com exatidão e excelência, ela?
Ela apenas gemia
Aos quatro quantos do mundo

Virei-a com bruteza
Ergui suas coxas sob minhas pernas
E a penetrei com toda a força de um órgão jovem
Ela pedia mais, de olhos virados
E pele quente suando.

Podia sentir todo o seu desejo
Fervendo em suas veias
Ela mexia-se com movimentos bruscos
Enquanto meu pênis a possuía por dentro
Ela não sabia parar

Mordia o bico de seu peito
A penetrei tanto que mal me lembro
Foi tanto calor e perdição
Que até o inferno sentiria inveja

...Lucas Augusto...

Um comentário:

  1. Olá, Lucas!

    A poesia é abrangente meu caro e como tal sempre haverá espaço para todas as formas de emoções e sentimentos em nossa arte, o importante é deixar fluir toda inspiração.
    Adorei o Noite Robusta, meus parabéns.

    Abraços literários.

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